A troca de veículo é um exercício realizado constantemente por quem dirige. Afinal, chega um momento em que o carro começa a ficar ultrapassado em todos os sentidos, seja com relação ao conforto, seja relacionado ao desempenho do automóvel.
Entretanto, existe outro fator que também deveria estar no topo da lista de razões para a troca: o nível de agressão do carro sobre o meio ambiente. Assim, quanto menos impactante para o nosso ecossistema forem os meios de transporte, melhor será para o próprio motorista e para todas as outras pessoas.
Essa lógica tem feito muita gente repensar melhor qual será o seu próximo veículo. Além disso, vale lembrar que já existem alternativas de carros pouco ou nada poluidores. Também é verdade que, infelizmente, esses modelos costumam ter um valor agregado superior em comparação com os convencionais devido ao custo com as pesquisas e à produção em escala inferior. Entretanto, vale a pena realizar uma pesquisa levando em conta alguns fatores.
Fatores a considerar durante a escolha de carros ecológicos
Primeiramente, é preciso entender que existem carros mais, e menos ecológicos. Partindo desse princípio, temos à disposição os chamados carros híbridos. Os modelos classificados dessa forma mesclam o uso de combustível e da bateria para conseguir a energia necessária. Logo, a porcentagem de emissão de gases poluentes na atmosfera é consideravelmente reduzida, além do motorista conseguir economizar dinheiro com gasolina ou álcool.
Outro fator determinante na escolha do veículo deve ser a estrutura da carcaça. Os modelos fabricados com fibras de carbono, além de elegantes, detém um potencial poluente bem abaixo da média e exigem menores concentrações de combustível.
Os carros detentores de painéis solares também são uma ótima escolha. Aproveitar a energia solar é a melhor maneira de recarregar o automóvel, pois trata-se de uma energia limpa.
Os pneus, preferencialmente, devem ser constituídos por sílica em alta pressão. Além disso, as baterias de flúor, ou xênon, agridem bem menos o meio ambiente.
Na parte interna do veículo, os bancos devem ser fabricados com látex, já que os bancos produzidos com compostos advindos do petróleo estão entre os produtos mais poluentes já registrados.
A utilização das partes plásticas obtidas através da inclusão do bagaço da cana-de-açúcar no processo gera um produto final totalmente dentro das premissas que regem o mundo sustentável, ou seja, é viável para a reciclagem e não agride o meio ambiente.
Tipo de combustível
Caso o carro ainda utilize algum tipo de combustível para funcionar, a preferência deve ser dada aos chamados carros flex. Esse tipo de automóvel combina o uso do álcool com o da gasolina, o que resulta em uma diminuição próxima de 70% quanto à emissão de CO2 na atmosfera.
Além disso, sempre que possível e estiverem disponíveis, os veículos que se movem a biodiesel devem ser priorizados. Diferentemente da gasolina, que é originada de substâncias minerais, o biodiesel deriva de compostos vegetais, como soja, canola, e caroço de algodão. Logo, o segundo polui bem menos que o primeiro. No Brasil, a porcentagem de biodiesel presente na composição geral o óleo diesel ainda está restrita a 5%.

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